Estátua Equestre de Joana D’arc

Esta linda estátua dourada pode ser encontrada na Place des Pyramides, na esquina da rue de Rivoli com a rue de Pyramides, em Paris. Ela é uma das quatro estátuas dela espalhadas pela cidade, homenageada como símbolo do nacionalismo francês em todo Dia do Trabalho pelos seguidores do Front National

Joana D’arc nasceu na França no ano de 1412 e morreu em 1431. Foi uma importante personagem da história francesa, durante a Guerra dos Cem Anos (1337-1453), quando seu país enfrentou a rival Inglaterra. Joana D’arc foi canonizada (transformada em santa) no ano de 1920.

A história da vida desta heroína francesa é marcada por fatos trágicos. Quando era criança, presenciou o assassinato de membros de sua família por soldados ingleses que invadiram a vila em que morava. Com 13 anos de idade, começou a ter visões e receber mensagens, que ela dizia ser dos santos Miguel, Catarina e Margarida. Nestas mensagens, ela era orientada a entrar para o exército francês e ajudar seu reino na guerra contra a Inglaterra.

Motivada pelas mensagens, cortou o cabelo bem curto, vestiu-se de homem e começou a fazer treinamentos militares. Foi aceita no exército francês, chegando a comandar tropas. Suas vitórias importantes e o reconhecimento que ganhou do rei Carlos VII despertaram a inveja em outros líderes militares da França. Estes começaram a conspirar e diminuíram o apoio de Joana D’arc.

Em 1430, durante uma batalha em Paris, foi ferida e capturada pelos borgonheses que a venderam para os ingleses. Foi acusada de praticar feitiçaria, em função de suas visões, e condenada a morte na fogueira. Foi queimada viva na cidade de Rouen, no ano de 1431.

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Posted on 06/12/2008, in Curiosidades, França, Viagens and tagged , , , , . Bookmark the permalink. 2 comentários.

  1. Mariza da Silva Gomes

    Pesquisando na Revista A Noite Illustrada de 01/04/1936 de n° 346 – página 14 encontrei um artigo interessante com o titulo “Queimada viva!” – morreu em Paris a mulher que serviu de modelo para a estátua de Jeanne D’Arc na rua Avignon 16 em um incêndio, o fato se deu no mes passado. Jeanne Valerie Laneau era em 1874 uma guapa camponia do Jura, filha de uma familia de parcos. Gente humilde nascida e criada na lavoura, era linda e esbelta. Nessa região o escultor Frémiet possuia uma propriedade campestre com sua esposa e se interessou pela jovem, fez-se sua madrinha e trouxe-a para Paris, tornando-a modelo da sua estátua na Praça das Pyramides……

  2. Não sabemos se tem quadros dela em algum museu. Realmente, diferente das mulheres renascentistas que eram bem gorduchas (hehehe) ela era magra e bem diferente.

    Mas, ela era boa pessoa, segundo conta a história.

    Nos anos 80-90 havia muitos filmes com atrizes que tinham aquele tipo de face que nosso amigo “verde” tanto sonha. É um tipo de face que não se acha mais no Brasil. Sei lá, era um tipo de rosto diferente que não se vê mais na mídia dos dias de hoje.

    Tipo, existem muitas loiras hoje (naturais mesmo)!!! Mas, aquele tipo de face de Joana D’arc que ele busca, só se acha em moças de filmes dos anos 80-90. É uma típica cara de mulher dos anos 80-90. Não sei.

    A cara mais parecida com essa Joana D’arc (ao menos dos livros de histórias, quadros e museus), é mais ou menos daquela loira do filme Efeito Borboleta. Uma cara assim, parecida com aquela do Perfume de Mulher, sendo que loira. Meio parecida com uma moça chamada Fernanda do Big Brother. É um tipo de rosto diferente de se ver hoje em dia.

    Tipo, ela não é exatamente bonita. Nos tempos de hoje seria uma mulher comum. É como se fosse a Cássia Eller loira. Imagine a cantora Cassia Eller, loira, jovem, nos anos 80-90.

    É esse tipo de face. Um rosto diferente, um tipo de loira diferente que a gente conhece.

    Elas não se vestiam de forma vulgar. Pena, que a maioria delas viraram lésbicas. Porque os rapazes que iriam fazer seu pai, só nasceram duas gerações seguintes. Hoje estão quarentonas e cinquentonas, mas alguns rapazes ainda gostam e se apaixonam quando olham para as fotos delas do passado. É uma pena que não existam mais mulheres com esse tipo de face e jeito para agradar esses rapazes ecológicos.

    Ah, e detalhe: Elas tem sardas também. Nos anos 90 as loiras tinham sardas, não eram apenas as ruivas não, ok.

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