Caminho do Itupava

Depois da caminhada…
O “aviso” dizia tudo!
Capricho da natureza.
Conferindo a nova estrutura do caminho.
Os aventureiros.
Descaso histórico.
Santuário do cadeado.
Eitaaa Marumbizão!
Fazia muito, mas muito tempo mesmo, que eu não percorria o histórico Caminho do Itupava. Sei lá, talvez fazia pelo menos uns 10 anos. A última vez que fiz o caminho percorri ele de madrugada. Foi uma experiência sensaional!!

O objetivo do trajeto de hoje era verificar novamente o percurso para uma futura atividade da Tropa Sênior. Para isso contamos com o auxílio do China, Jorge e Jorginho, ambos bons conhecedores do caminho e integrantes do GE Dom Orione. Os aventureiros foram: eu, Aline, Cascavel, Isabela, Marcelo, Jass, Cholate, Elisa, Pipo e Ione. O caminho está bem tranquilo, a trilha bem sinalizada e bem estruturada para receber os “trekkers”. No começo e no final do caminho existe um posto do IAP, fazendo o cadastramento de todos os frequentadores. Foram alguma horas de caminhada (cansativo, de fato), com paisagens bastante compensadoras. Chegamos moídos no Posto final do IAP.

Sobre o Caminho

Cada pedra deste caminho representa um pedacinho de história, pois este caminho foi por muitos séculos a principal ligação entre a planície litorânea e o alto planalto paranaense, vencendo rios encachoeirados, montanhas escarpadas e a mais densa floresta.O calçamento ainda é original e a trilha segue por meio de vales, montanhas, cruza rios, a casa do Ipiranga, o Santuário do Cadeado, Prainhas, até chegar em Porto de Cima.

Sobre o Santuário do Cadeado

No segundo cruzamento do Caminho do Itupava com a ferrovia foi construído, em madeira, o escritório da Comissão Construtora sobre uma elevação imediatamente abaixo da terrível passagem do Cadeado, que dali desfrutava uma vista privilegiada da serra e das obras em andamento.

No refeitório foram recepcionados a Princesa Izabel com o Conde D’Eu em dezembro de 1884 e todos os convidados da viagem inaugural de 2 de fevereiro de 1885. Também aí desembarcou em 20 de maio de 1894 a comitiva de sepultamento aos mortos na chacina do Km 65, ápice da Revolução Federalista no Paraná. Foi nesta época uma parada de serviço com posto de vigia sobre o trecho mais perigoso da serra, mantendo um pluviômetro para monitorar as chuvas na região.

Tornou-se um dos locais favoritos do pintor Alfredo Andersen que o eternizou em suas telas. Na década de 1960 foi demolida e o Engenheiro Raphael Semchechem construiu sobre suas fundações o atual mirante e a curiosa capela de Nossa Senhora do Cadeado, inaugurada com uma missa em 5 de fevereiro de1965.

Fonte: http://www.altamontanha.com

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Posted on 02/03/2009, in Escotismo and tagged , . Bookmark the permalink. Deixe um comentário.

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