Assembléia Nacional – 3º Dia

Momento da degustação na Vinícula Miolo.
 
Equipamento para degustação. A taça é um ítem muito importante. Uma taça lisa, com uma silhueta de “tulipa” é adequada para a maioria dos casos. As taças para os vinhos tintos devem ser maiores que as utilizadas para vinhos brancos (contém um volume aproximado de meio litro) e as taças para as degustações profissionais são ainda menores que as anteriores. O fundamental é que o vidro seja liso e transparente, que o tamanho da taça, permita girar o vinhos por suas paredes comodamente, e quando possível, que a sua borda tenha a função de concentrar os aromas.
O tipo da uva.
Nos corredores subterrâneos da vinícula Aurora.

Quase uma Ferrari.
Esse aí de cima é Baco, o deus grego do vinho e do fervo. Ele é bastante reverenciado nas vinículas. Na vinícula Aurora você pode encontrá-lo segurando o bingulin, ou “nadando” pelado em meio a uma fonte de vinho.
A vinícula Aurora está situada bem no coração de Bento Gonçalves, e é a maior cooperativa vinícola do Brasil, com mais de 1.100 famílias associadas, responsáveis pela produção média de 50 milhões de Kg de uvas, que resultam em aproximadamente 38 milhões de litros de vinhos anuais. Conta com capacidade de estocagem superior a 70.000.000 de litros de vinhos e a área construída de 110.000 m2.
O Chávez iria adorar este lugar.
Pequeno museo.
 
O terceiro dia (dia da “pseudo folga”, já que a correria não parou nem um minutinho) em Bento Gonçalves foi bastante animado, devido a visita a três de suas vinículas, dentre as quais destaco a Aurora e a Miolo. A Vinícula Aurora fica bem no centro da cidade, e possui sua armazenagem no frescor de seus túneis subterrâneos, abaixo das ruas da cidade. Já a vinícula Miolo localiza-se nos vales, em meio a belas paisagens. Na Miolo prticipamos da degustação de seus vinhos, coisa de primeira! O vinho é uma bebida capaz de causar diversas sensações e é importante deixar claro que o vinho não é feito para ser “degustado” (embora este seja o termo utilizado) e sim “apreciado”, pois o ato de degustar soa meio artificial e sem importância. Enfim, sei que esta apreciação acabou estendendo-se ao quarto do hotel, com duas garrafas que foram “secadas” por mim, Marcelo, Sérgio, Mariovani (que teve um pequeno desentendimento com a rolha) e Letícia, enquanto fazíamos os últimos ajustes na apresentação da Aventura Sênior Nacional.
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Posted on 22/04/2009, in Escotismo and tagged , . Bookmark the permalink. Deixe um comentário.

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