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Diversão Garantida no Wiener Pratern!

Com certeza é uma das atrações de Viena que causa nostalgia. O lugar é realmente divertido e excitante, e conta com a famosa roda gigante e com diversos outros brinquedos bacanas. São muitas opções de diversão, a preços módicos. Tranquilamente se passa um dia no lugar.

Boomerang – uma montanha russa que vai e volta numa velocidade alucinante. O coração quase sai pela boca…

O Wiener Pratern, também conhecido como  Wurstelprater ou simplesmente “Prater”  é um parque de diversões histórico, que foi se expandindo ao longo dos anos. O terreno onde hoje é o parque era um imenso bosque onde o imperador  Josef II costumava caçar. Então o local foi doado pelo imperador em 1776 para servir de centro de lazer público, e aos poucos várias empresas de diversão (carrosséis, barraquinhas de comida, etc) foram se instalando no local. O fato é que é uma boa opção de relax para os vienenses.

A famosa roda gigante, que oferece vista panorâmica de toda cidade de Viena.

A roda gigante é um espetáculo a parte, e praticamente se tornou um dos símbolos da cidade. Foi por muito tempo considerada a maior roda gigante do mundo. Ela foi construída entre os anos de 1896 e 1897 por Walter B. Basset, engenheiro inglês. Chegou a ser completamente destruída durante a II Guerra Mundial e remontada, para a alegria da galera. É também uma opção bastante romântica, já que oferece uma vista privilegiada da cidade.

Esse brinquedinho é interessante. É como sentar num balanço de parquinho (desses bem tosco), subir a uns 100mts de altura e girar. O mais bacana é que sua sua segurança é apenas uma correntinha. Ver vídeo do link ao final do post.

Para chegar ao parque basta tomar a linha de metro U1 e descer na Estação Praterstern. Moleza!

Enfim, recomendo a visita!

Para conhecer o site oficial do parque CLIQUE AQUI!

Para ver dois vídeos bacanosos do parque CLIQUE AQUI!

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Timelapse em Viena

A cidade austríaca de Viena em belas imagens timelapse.

Naturhistorisches Museum

O Museu de História Natural (Naturhistorisches Museum), em Viena, é conhecido por ser um dos mais importantes museus do mundo. As primeiras coleções de artefatos possuem mais de 250 anos de idade. Atualmente seu acervo conta com 25 milhões de objetos, gerenciados cientificamente.

Naturhistorisches Museum - Uma verdadeira obra de arte.

O museu foi fundado em 1889 e sua própria edificação constitui-se numa verdadeira obra de arte. O prédio é simplesmente espetacular, sendo um verdadeiro tesouro cultural e histórico. No total são 39 espaçosas salas de exposições, uma melhor que a outra. O ideal é ir com bastante tempo, para explorar todos os cantos e contemplar seus incontáveis detalhes.

No piso superior pode ser apreciada uma belíssima coleção de pedras preciosas e minerais, fósseis raros e dinossauros gigantescos, assim como pinturas rupestres. Um das mais importantes peças é a ossada de um Diplodocus, o maior vertebrado terrestre que já viveu neste planeta e a estatueta da Vênus de Willendorf, com idade aproximade de 25.000 de anos.

Coleção de minerais.

O primeiro andar apresenta uma variedade de espécies do mundo animal, desde protozoários até grandes mamíferos. Muitos animais empalhados, de espécies extintas ou em perigo de extinção podem ser encontradas nas coleções.

Coleção de pássaros - Muitos deles, brasileiros.

Um extinto rinoceronte.

Ariadne e o Mamute.

Lanchonete e Loja de Souvenirs. Bacana o pterosauro no teto.

Seguramente é um dos 10 melhores museus do mundo. Recomendo a visita!

Para conhecer mais sobre o Naturhistorisches Museum CLIQUE AQUI!

Bandeira da Áustria

Também é uma das bandeiras mais antigas do mundo, juntamente com a bandeira da Dinamarca. Sua história, em especial a lenda, são bastante interessantes. Seguindo a linha das curiosidades, vale a pena conhecer a sua origem.

Segundo conta a lenda, esta bandeira foi criada pelo Duque Leopoldo V, austríaco, logo após a batalhe de Acre em 1191, ainda na época das Cruzadas, quando os uniformes brancos dos soldados ficaram manchados de sangue, com exceção da parte que estava tapada pelo cinto, que ficou branca.

A história conta que esta bandeira foi desenhada pelo Duque Frederico II, no século XII, que procurava ser independente do Sacro Império Romano. Uma representação antiga deste brasão encontra-se em um escudo, guardado no mosteiro de Lilienfeld, datado de 1230.

A bandeira continuou a ser utilizada como símbolo da casa real austríaca e depois pelo Império Astro-Húngaro. Em 1869 a antiga bandeira imperial foi trocada por uma semelhante composta por ter partes de igual proporção, sendo a superior vermelha, a central branca e inferior dividida ao meio, sendo a parte da direita verde e a da esquerda vermelha. Assim sendo a parte da esquerda representava a bandeira da Áustria, e a direita a bandeira da Hungria.

Com a extinção do império, a república da Áustria adaptou o emblema vermelho-branco-vermelho até à anexação do país à Alemanha nazista no III Reich. Depois da derrota nazi (com o término da II Guerra Mundial) a bandeira é reinstaurada pela Áustria.

Texto adaptado da Wikipédia.

A Pitoresca Cidade de Villach, na Áustria.

No último mês de julho chegamos nesta pequena cidade por acaso, vindos de um pequeno contratempo ocorrido na cidade de Ljubljana, na Eslovênia. Mesmo com pouco tempo, resolvemos caminhar por suas pactas ruas e pudemos sentir um pouco da atmosfera de uma típica cidade austríaca incrustada nos Alpes.

Villach é a 2 ª maior cidade do Estado da Carinthia, no sul da Áustria.  Está situada na fronteira ocidental da Bacia de Klagenfurt, na fusão dos rios Drava e Gail. As fronteiras deste pequeno município são cercadas por vários lagos, entre eles estão Ossiacher See, Faaker See, Silbersee, Vassacher Veja, Magdalensee e São Leonharder See. Villach também é rodeada pelos Alpes, sendo uma excelente opção para esquiar no inverno, bem como para boas caminhadas no verão.

Os primeiros registros humanos nesta cidade remontam a 3500 a. C, e no tempo dos romanos, achados mencionam esta cidade como sendo um cruzamento comercial estratégico.

Dois grandes terremotos assolaram a cidade, sendo um em 1348 e outro em 1690. Vários incêndios também a destruíram quase que completamente. Na Segunda Guerra Mundial, a cidade foi bombardeada várias vezes pelos alemães, mas se recuperou rapidamente. Hoje Villach é uma cidade movimentada, com banhos termais e constitui-se como ponto de partida para outros importantes destinos na Áustria.

Chegar em Villach é  fácil, com acesso a partir de todas as grandes cidades austríacas, especialmente Viena.

Turisticamente a cidade é bastante recatada, destacando-se apenas os belos lagos e verdejantes montanhas. Culturalmente a cidade é vibrante, com muitas feiras e outras manifestações artísticas ao longo do ano, tais como:

  • O carnaval em Villach (começa em 11 de novembro e termina em 04 de março)
  • Festival das Artes e Ofícios
  • Festival Artístico de Rua
  • O “Villacher Kirchtag” (a semana inteira no verão)

As ruínas de eras pré-históricas e romanas também podem evocar o espírito de um passado a tempos esquecido.

Cidade pequena, mas que mostra que mesmo em meio da desgraceira total, um povo pode se superar, se reerguer e reconstruir. Realmente espelha a alma do valoroso povo austríaco.

Um Dia no Parque Prater

Antes do terror começar…

Durante o terror..hehehe

As Escadarias da Stephansdom

Viena

Nossa noite no trem foi bastante turbulenta, pois roubaram a mochila de ataque da Ari enquanto dormíamos na cabine privada. Depois de todo o rebuliço, acabei encontrando a mochila revirada no banheiro, só faltando mesmo a máquina digital. Dos males o menor, já que os documentos estavam literalmente grudados no corpo. De qualquer forma o cara foi muito ninja, pois não vimos, nem sentimos nada. Me lembrou um episódio vivido em Santa Cruz de La Sierra pela minha amiga Fabi. Tenso!

Chegamos em Viena e fomos logo em busca do nosso albergue. Nos hospedamos no Vienna Brigittenau Youth Palace, em um quarto duplo. Boas acomodações, com café da manhã de primeira. O lugar é bom, mas longe pra chuchu! Encontramos alguns camaradas do México, que estavam também seguindo em direção ao Jamboree Mundial. Aproveitamos a noite para lavarmos a roupa, que estava imunda. Foi uma verdadeira aventura e teste de dedução lavar a roupa, já que as instruções de uso das maquinas da lavanderia estavam todas em alemão. Por fim, conseguimos lavar tudo.

No dia seguinte levantamos cedinho e fomos inicialmente para o centro da cidade, mais precisamente para a Stephansdom (Igreja de Santo Estevão). Resolvemos subir sua torre, que oferece uma vista espetacular da cidade de Viena.

Igreja de Santo Estevão

Viena vista da torre da catedral.

Detalhe do telhado

Na sequência fomos conhecer o Castelo de Schonbrunn, também conhecido como Castelo de Sisi. A grandiosidade deste palácio faz frente ao Palácio de Versailles. Apresenta todo o charme e requinte do império austríaco. O local possui alguns pontos bastante interessantes, como a Sala dos Espelhos, onde Mozart tocou pela primeira vez, a sala onde Napoleão morreu e a Sala dos Milhões. Os jardins também são um espetáculo! Pena que não é permitido fotografar a parte interna.

Castelo de Schonbrunn

Vista do Jardim do Castelo de Schonbrunn

Também fomos ao Naturhistorisches Museun (Museu de História Natural). Lugar bacana onde encontram-se milhares de bichos empalhados, esqueletos de dinossauro, etc, etc… O museu é enorme e vale a pena se perder em suas galerias.

Museu de História Natural

Museu de História da Arte

Nosso final de dia foi no Parque Prater, com sua famosa roda gigante. A Roda Gigante é um símbolo de Viena. Ela foi construída entre 1896/1897  por Walter B. Basset, engenheiro inglês. Dentre os brinquedos fomos no Túnel do Terror, no Bumerang (animal!!) e numa balança que gira a uns 100metros de altura (veja o vídeo no post seguinte). Os brinquedos são pagos à parte. Tudo muito divertido e ajudou a relaxar do susto que passamos na noite anterior.

A famosa Roda Gigante do Parque Prater

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