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Curiosidades sobre o Perú

Talvez seja o país sul americano que mais tenho fascínio. Riquíssimo culturalmente e berço de uma das civilizações mais avançadas que já pisaram neste planeta.

Curiosidades é o que não faltam. Vamos conhecer algumas:

1.   Em Lima, a capital, há 28 universidades, entre as quais, a mais antiga do continente: a Universidad Nacional Mayor de San Marcos, chamada Decana de América e fundada em 12 de maio de 1551.

2.   O idioma oficial é o espanhol, ainda que um número significativo de peruanos fale quéchua, aimará e outras línguas nativas.

3.   A maior parte dos peruanos é descendente dos povos incas que habitavam o país antes da chegada dos primeiros europeus. Em sua maioria, são mestiços.

4.   A província que mais recebe turistas estrangeiros é Nazca, local onde ficam as linhas de Nazca, misteriosos desenhos que, observadas do solo, parecem não formar nada. Mas, vistas do alto, formam  desenhos variados, como de uma aranha, um macaco e um beija-flor.  Muitas pessoas acreditam que as linhas de Nasca tem origem extraterrestres. Outras não chegam a tanto, mas mantém a suspeita de que foram construídas para servir como uma espécie de mensagem dos humanos para os ETs. Teses como essa foram defendidas pelo ufólogo suíço Erich Von Däniken no livro Eram os Deuses Astronautas?

5.   O Peru é famoso no mundo todo pela quantidade de sítios arqueológicos pré-colombianos como Cusco, Machu Pichu, Olamtaytambo e Sacsaihuaman.

6.   Cusco, uma das cidades do país, significa “umbigo do mundo”, conforme o inca Garcilaso de la Vega e foi declarado Patrimônio Histórico da Humanidade em 1983.

7.   Machu Picchu é uma cidade dividida em duas partes: a baixa (hurin) e a alta (hanan). Lá existem edifícios militares, religiosos e residências. Por seu valor histórico, foi declarado Patrimônio Histórico da Humanidade em 1983.

8. O Dia dos Pais é festejado no terceiro domingo de junho. Os peruanos não ligam muito para estas comemorações e por isso não fazem nada de especial.

9. Os peruanos formam um povo meio esquentado e muito patriota. Já tiveram problemas políticos e econômicos com a maioria dos países com quem divide fronteira.

10. Tanto a batata quanto o milho têm variedades incriveis. São mais de 4 mil tipos de batatas catalogadas, plantadas pelos incas ao longo de terraços na Cordilheira dos Andes. As amarelas são as preferidas dos peruanos; ainda há as brancas, negras e doces.

11. O milho tem 35 variedades. Suas cores vão desde o branco e amarelo até o morado (negro) e avermelhado. Sua utilização é bem variada: fervido, tostado, como bebida (chicha) e doce.

12. O prato tipico do país é o ceviche, pescado fresco misturado com cebola roxa, suco de limão, sal e um toque de ají.

13. A comida de rua mais conhecida do Peru é o picarone, uma rosquinha de batata-doce com abóbora.

14. Ainda não há um consenso sobre a origem da palavra Peru, que dá nome ao país. Uma das teorias mais difundidas é, até certo ponto, engraçada. Ao chegarem naquelas terras, os espanhóis perguntaram aos nativos qual o nome do lugar, e ouviram como reposta: “Biru”. O nome pegou, mas o detalhe é que “biru” significa “não entendo”.

15. Quando chegaram no território do atual Peru, os colonizadores espanhóis encontraram uma população de quase 10 milhões de indígenas. O problema foi que vírus, bactérias e escravidão vieram de carona e, como consequência, reduziram os nativos a apenas 600.000 pessoas em 100 anos.

16. Um dos estados (províncias) peruano tem o mesmo nome de um brasileiro: É o estado do Amazonas, localizado na fronteira com o Equador.

17. A moeda peruana é chamada de Novo Sol (Nuevo Sol)

18. A faixa litorânea do Peru é árida, contrastanto com os Andes ao centro e com a floresta amazônica a leste. O clima extremamente seco fez com que corpos da era pré-colombiana se mumificassem naturalmente.

19. A comida de rua mais conhecida do Peru é o picarone, uma rosquinha de batata-doce com abóbora. O picarone é normalmente acompanhada de um caldo doce bastante comum nos Andes chamado chancaca.

As curiosidades deste post são uma compilação de material extraído da internet. A foto da lhama fazendo a cordial saudação é minha mesmo 🙂

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Vídeo Memória das “Islas Flotantes de Urus”

Mais uma boa recordação de viagem que acabei encontrando nos meus arquivos.

Trata-se  das  Ilhas Flutuantes de Urus, no Perú. Estive por duas oportunidades neste local, uma em 2004 e outra em 2009.

Mi Chacra

Mi Chacra é um filme que se passa nas altas planícies e nas montanhas acima do Vale Sagrado dos Incas, nos Andes do sul do Perú. A história da região é tão dramática quanto sua configuração. O Império Inca, uma das civilizações mais avançadas do início da América do Sul, determinou sua extensa área entre os anos de 1400-1500. A capital do império Inca ficava em Cusco. O império se estendia desde o Chile até o Equador, e os incas eram conhecidos por seus trabalhos em pedra maciça, com entalhes precisos e seu sistema de estradas que se estendeu por todo império. Em meados de 1500, o conquistador espanhol Francisco Pizarro invadiu, prendeu e assassinou o imperador Inca Atahualpa, e começou a marchar em Cusco.

Os anos após a conquista foram brutais para os peruanos. O espanhol instituiu o sistema de encomienda, em que os peruanos foram escravizados e obrigados a trabalhar nas fazendas dos latifundiários espanhóis. O Perú ganhou sua independência da Espanha no início de 1800, mas a situação permaneceu a mesma coisa para os camponeses peruanos no século XX.

Hoje, o Peru é um país em desenvolvimento, e sua cultura e a sociedade estão mudando rapidamente. O turismo tem desempenhado um importante papel no desenvolvimento recente do Perú, e sua atração mais famosa é a ruína inca de Machu Picchu. Uma fortaleza encontrada nas montanhas, Machu Picchu, nunca foi encontrada pelos espanhóis, e manteve-se intacta. Hoje a ruína é visitada por muitos, após uma longa caminhada através do o que é conhecida como a “Trilha Inca”. A viagem leva quatro dias, e  ao longo do caminho, carregadores peruanos levam feixes maciços de artes para apoiar as expedições.

Este belo filme conta a história de um jovem peruano que viveu toda sua vida em uma pequena aldeia nas montanhas acima do Vale Sagrado. Como todos em sua comunidade, ele foi criado como um agricultor. E como muitos, ele foi inculcado com a crença de que a vida na cidade seria melhor do que a vida que ele leva.

Vídeo Memória de Cuzco

Encontrei este vídeo em meus arquivos. É em algum lugar na cidade de Cuzco, a caminho das ruínas de Sacsayhuamán.

Viva a América do Sul!

Cerveja Cuzqueña

Volta e meia gosto de postar aqui no blog a impressão sobre coisas que experimentei durante minhas viagens. Conto abaixo algumas curiosidades de uma bebidinha tipicamente peruana, a cerveja Cusqueña. Inegavelmente o sabor é bom. Uma bebida gostosa, que tive a oportunidade de provar na cidade de Cuzco, no Perú.

A história da cerveja Cusqueña começou no dia 1 de outubro de 1908 quando Ernesto Günther e um grupo de homens empreendedores fundou, na cidade de Cusco, a Cervejaria Alemana, que lançou a Cerveja Cusqueña.

A nova bebida foi bem aceita pelos consumidores. Este fato se explica porque no mundo andino, a “chicha” (uma espécie de cerveja de milho), foi o centro da das atividades diárias, gastronômicas e religiosas da população. Por muito tempo a “chicha” foi a única bebida para todas as ocasiões (casamentos, festerês em geral, bebedeira com os amigos, etc…), por este fato a cerveja se tornou uma grande novidade na época.

Em 1939 a Cervejaria Alemana trocou de nome e passou a se chamar “Compañía Cervecera del Sur” (Cervesur), incrementou sua produção e com ela ganhou a preferência do público consumidor. Com o passar dos anos a fábrica se modernizou e foi melhorando seus equipamentos de fermentação, os quais hoje são de última geração.

Em 1995 a Cerveja Cusqueña, que somente era comercializada no sul do Perú, e em pequenas quantidades em bares e restaurantes finos de Lima, foi lançada na capital peruana com o nome de “Cusqueña Premium”. Foi modificado o desenho da etiqueta, conservando as características mais importantes da anterior, mas com traços mais elegantes.

No ano de 2000 a “Compañía Cervecera del Sur” passou a fazer parte do Grupo Backus, com o qual se consolidou ao ponto de conevrtê-la em uma companhia capaz de competir no mercado globalizado.

Com o tempo a Cerveja Cusqueña tradicional trocou sua denominação para Cusqueña Premium e foram lançadas a Cusqueña Malta e a Cusqueña de Trigo logo em seguida.

Uma outra curiosidade é que a garrafa da Cerveja Cusqueña inclui elementos que fazem referência a civilização Inca. O primeiro deles está no relevo de sua garrafa. É a predra dos 12 ângulos, que está em uma das ruas principais de Cusco. Sua importância está no fato de que, como o próprio nome já diz, esta pedra conta com uma dúzia de ângulos que estão incrustrados em um muro do palácio de Inka Roga. Surpreende o trabalho que os incas tiveram para poder dar forma a esta enorme pedra e acoplar-la a todas as demais, sem que ficasse nenhuma ranhura ou separação. Vale lembrar que os incas daquela época não usavam nenhum tipo de argamassa para unir as pedras de seus edifícios, e suas construções resistiram ao passar do tempo e a alguns terremotos, enquanto que muitas das construções dos colonizadores espanhóis sucumbiram em ruínas.

Um outro detalhezinho interessante é a etiqueta, onde está estampada as ruínas de Machu Pichu.

Cerveja também é cultura! 😉

Sacsayhuamán

Vista da Ruínas

De minhas andanças pelo Perú, sempre tive vontade de contar um pouco mais sobre a cidade de Sacsaihuaman ou Sacsayhuamán (do quíchua Saksaq Waman, “falcão satisfeito”). Na verdade escrever o nome dessas importantes ruínas já é um desafio. Sacsaihuaman é uma fortaleza inca, hoje em ruínas, localizada dois quilômetros ao norte da cidade do Cusco, no Peru. Dá para ir caminhando, é bem pertinho do centro de Cuzco, e o trajeto vale a pena. Da fortaleza, na parte alta, têm-se uma belíssima vista de toda a cidade de Cuzco.

Localização da cidade de Sacsayhuaman na parte norte da cidade incaica.

Existem várias suposições quanto a Sacsaihuaman. Uma dessas suposições diz que ela foi construída com propóitos militares, com objetivo de  defender-se de tribos invasoras que ameaçavam o Império Inca. A construção foi iniciada pelo Inca Pachacuti, antes de 1438. Quem melhor descreve o monumento é o cronista Garcilaso de la Vega, que afirmou que sua construção durou cerca de 50 anos até o período de Wayna Qhapaq; estava concluído na época da chegada dos conquistadores.

Hoje em dia só se pode apreciar cerca de 20% do que foi esta fortaleza inca, já que na época colonial os espanhóis destruiram seus muros para construir casas e igrejas.

É praticamente impossível estar em meio a ruínas incas e não se prguntar como foi possível transportar as enormes rochas esculpidas. É incrível a precisão do corte e o encaixe das rochas. Existem também figuras desenhadas nas pedras, túneis, anfiteatros e construções rituais.

Pensa-se que correspondeu a uma fortaleza militar, onde se treinava os guerreiros. Porém há dúvidas a respeito, já que, conforme sua arquitetura , poderia haver tido um fim religioso e haver sido construído como um grande templo ao deus Sol. Sua principal característica é a forma em que foi construída; conta com grandes blocos de pedra, alcançando os mais altos cerca de nove metros. Acredita-se que 20.000 homens tenham trabalhado em sua construção.

Dentro da fortaleza havia grandes depósitos de alimentos e armas, e também canais para a distribuição da água. O trono do Inca, localizado junto à fortaleza, consistia de uma grande rocha talhada e polida em vários níveis, de onde o soberano presidia as festas, celebrações, desfiles e dava ordens.

Na atualidade restam vestígios das três muralhas escalonadas edificadas de pedras de origem sedimentária.

Sacsaihuaman está dividida em diferentes setores: Sacsahuaman, Rodadero, Trono do Inca, Warmi K’ajchana, Banho do Inca, Anfiteatros, Chincana, Bases de Torrões, entre outros.

Em Sacsaihuaman se realiza, em 24 de junho, no solstício de inverno, o festival anual de Inti Raymi onde se representa o ritual incaico de culto ao deus sol ou inti. As pessoas do lugar se mobilizam com fantasias coloridas e realizam danças típicas repetindo assim a tradição de seus antepassados. Nesta festa chegam visitantes de todo o mundo que reservam seus lugares com muita antecipação.

Detalhe do corte das rochas.

Fonte: wikipédia

Inca Kola – Eu Bebi!

Inca_kola_bottle_and_glassEssa bebidinha cor amarela urina é o refrigerante mais popular do Parú! Tive o desgosto de bebericá-lo em algumas oportunidades. A história é que por décadas a Inka Kola (ou Golden Kola) foi mais poderosa que a própria Coca-Cola, tanto que fez a imponente Coca-Cola Company se ver forçada a comprar 60% da marca e oferecer em seu catálogo mais esse produto. De qualquer forma ainda é o refrigerante mais vendido de todo o território peruano, tendo 31% da preferência, contra 26% da Coca-Cola.

Em resumo, a Inka Kola pode ser vista a kilômetros pela sua cor amarela. Parace suco de canetinha marca-texto. O cheiro lembra chicletinho e o sabor, bem o sabor talvez eu não consiga traduzir em palavras, mas é algo como inesquecível (realmente, quando você toma vai lembrar pelo resto da vida que não deve colocar aquilo de novo em sua goela).

Venda de refrigerantes no mercado peruano:

Inca Kola : 31%

Coca Cola : 26%

Kola Real: 17%

Pepsi : 8%

Sprite: 4%

Outros  : 14%

Ainda sou mais a tradicional e preferida Fanta Laranja, acompanhada pela combinação de limão e gelo.

Para quem quiser, segue a propaganda da bagaça para diversão geral:

Lendas Incas: O Lago Titicaca

Passar alguns dias junto aos povos e regiões andinas certamente nos faz acreditar que se está pisando numa terra repleta de histórias, mitos e lendas. Umas das lendas oriundas do povo inca, se refere ao Lago Titicaca.

Conta-se que a muito tempo atrás a região do Titicaca era um vale bastante fértil, habitado por homens que viviam felizes e tranquilos. Nada lhes faltava, a terra era muito rica, fértil e os presenteava com tudo do que necessitavam. Nesta terra não se conhecia nem a morte, nem o ódio, nem a ambição. Os Apus, que eram os deuses das montanhas, protegiam a todos. Os Apus impuseram apenas uma proibição: nada, nem ninguém deveria subir nas montanhas, onde estava acesso o “fogo sagrado”.

Durante muito tempo não passava pela cabeça dos homens  desrespeitar esta simples regra. Mas o demônio, espírito maligno, condenado a viver na repleta escuridão, não suportava ver a felicidade e tranquilidade com as quais os homens viviam no vale. Coberto de inveja ele começou a semear a discórdia, pedindo a eles que provassem sua coragem e fossem buscar o “fogo sagrado” nas montanhas.

Então, num belo dia pela manhã, os homens iniciaram sua escalada nas montanhas, mas no meio do caminho foram surpreendidos pelos Apus. Estes entenderam que os homens haviam desobedecido sua única regra e que deveriam ser exterminados. Milhares de pumas saíram das cavernas e devoraram os homens enquanto estes suplicavam ao demônio por sua ajuda, enquanto este permaneceu insensível as suas súplicas.

Vendo isto, Inti, o deus do sol, começou a chorar. Suas lágrimas eram tão abundantes que em quarenta dias inundou todo o vale. Somente um homem e uma mulher conseguiram se salvar, sobre uma barca de junco.

Quando o sol brilhou novamente, o homem e a mulher não conseguiam acreditar no que seus olhos viam: abaixo do céu azul estava um lago imenso e límpido. No meio de suas águas flutuavam os pumas, afogados e transformados em estátuas de pedra.

Chamaram então o lago Titicaca de “o lago dos pumas de pedra”.

intiInti, o deus do sol.

Cuzco Inesquecivel

Cantante.
Almoco Chines
Ariadne – linda!

Ruinas de Saqsaywaman

Alpacas
Jorgecito
Llhama
Pisco
Becos da cidade.
Jardim
Metade inca, metade espanhol.
Telhados
Brazucas
Plaza de Armas

Primeiramente vou lhes contar como foi nossa viagem de Puno para Cuzco: um inferno! Foram oito horas de viagem, num onibus que parava em todo lugar e a cada momento subia gente fedida e mal educada. Sacolas, caixas, malas… tinha de tudo e em todos os lugares. Estamos quase nos acostumando com essa zona.

Chegamos em Cuzco bem cedinho e fomos direto para o Hotel, que ja tinhamos reservado em Puno. O hotel e um verdadeiro pulgueiro, bem espartano, tudo caindo aos pedacos, mal iluminado e cheio de pombos. Pelo menos tem uma boa cama e chuveiro quentinho.

O Leonardo e o Marcal conseguiram uma boa proposta e seguiram para Machu Pichu. Por questoes de economia eu e a Ariadne resolvemos abdicar do passeio e ficamos pela cidade. Acabamos encontrando um grupo de brasileiros, 3 paulistas e 1 menina do Mato Grosso do Sul que se conheceram pela internet e resolveram viajar juntos. Andamos por toda a cidade, conhecemos varias ruas, lojinhas e restaurantes. Fizemos uma pequena caminhada ate Saqsaywaman, que sao as ruinas mais proximas e Cuzco e tambem as mais interessantes. Cuzco, vista de cima, e maravilhosa. Supostamente a cidade tem o fomato de um Puma, sendo Saqsaywaman a cabeca. Nosso tour tambem incluiu gastronomia (chinesa e italiana), provamos tambem o Pisco (bebida tipica) e conhecemos um pouco da vida noturna da cidade.

Ilhas Flutuantes de Urus

No menú, peixe.
A menina exibe faceira o menu do jantar.
Uma das ilhas vista de longe.
Dentro da casa de um dos moradores.

Tambem existe espaco para plantar.
O quarteto.

Talvez os Urus tenham sido uma das comunidades mais antigas a abitarem o lago Titicaca. Esse povo aprendeu a construir ilhas inteiras a partir da Totora, que e uma especie de bambuzinho. Tudo e feito de Totora, casas, barcos, igrejas… inclusive a totora tambem faz parte do cardapio desse povo. Sao um total de 45 ilhas flutuantes, podendo-se chegar a elas desde Puno.

 O tempo estava horrivel, frio e chuvoso. Pegamos um barco no porto e para nossa surpresa acabamos encontrando o pessoal de Floripa, que tinhamos conhecido em Corumba. O barco estava praticamente tomado por brasileiros. Acabamos fazendo novas amizades e nos matamos de rir com as experiencias de cada um na Bolivia.

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